terça-feira, 9 de agosto de 2011

Suplício




Em meio a todos eles
lá está ele, o próprio
Será o nosso ente mais querido ?
Ou só mais um bandido


Não importa, é o fim
Eles não tem volta nem fim
Pois o fim é doce e amargo
sempre causa algum estrago
no sapato de alguém
não importa, ninguém é ninguém
Sofrem porque tiveram
suas aparências inerentes ao fogo do inferno
ou qualquer dia de inverno
num pequeno ladrilho
me jogo assim como
num sino de vidro que toca uma vez
estilhaçado em triângulos
acumulando entulhos dos homens bomba
Sabemos que dessa não sairemos ilesos
de nossos sentimentos servis
todo criador precisa de nicotina?
a fumaça subindo aos céus...
parece mais um porco
pedindo suplício
à sua clonagem virtual ...




Mota

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